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Eles desenvolvem a imaginação e desenvolvem a coordenação motora!
Bebês são como cientistas. Cada objeto, som e movimento é estudado cuidadosamente pelos pequenos com a maior curiosidade. As descobertas, por mais simples que pareçam aos adultos, como perceber que ligando a torneira sai água, trazem um enorme aprendizado.
Eles descobrem o mundo experimentando, interagindo e brincando , explica Eduardo Flit, psicólogo infantil. Mais do que diversão e jeito de passar o tempo até chegar à idade escolar, brincar é uma mina de conhecimento e estímulos para os pequenos. Cada idade tem seus jogos, brinquedos e brincadeiras.
Muito do que seu filho vai gostar de fazer dependerá do que você oferece, seja em materiais (os brinquedos e objetos), seja em exemplos e estímulos de imaginação (como nas brincadeiras de faz-de-conta). Brincar só faz bem e, quanto mais e mais variadas as atividades, melhor. Fique de olho nas sugestões dos especialistas.
Cor, som e… gosto
Nos primeiros meses, brinquedos coloridos que produzem sons, como móbiles e caixinhas de música, despertam a atenção do pequeno. Brinquedos leves, macios e que possam ser levados à boca, como chocalhos e mordedores de borracha, são os preferidos. A partir dos seis meses, potes coloridos, objetos do cotidiano como telefone e colher, brinquedos de encaixar e blocos de empilhar são divertidos. Deixe a criança explorá-los em um colchonete no chão. Fique atenta a peças pequenas, partes soltas e pontas afiadas para evitar acidentes, porque bebês adoram provar o gosto de tudo.
Movimento e paisagem
O grande desafio das crianças de cerca de um aninho é aprender a andar , lembra Eduardo Flit. Por isso, incentive brincadeiras sensoriais e que estimulem a coordenação motora. Mexer na terra ou apenas sacudir o corpo no ritmo de uma música são ótimas pedidas. Passeios, como ir ao parque, ver novas paisagens e brincar na areia são estimulantes e proporcionam imenso prazer aos bebês, pois mexem com os sentidos , afirma o psicólogo.
É imitando que se aprende
O primeiro jogo que surge para os bebês é o da imitação. O grande desafio da criança pequena, já nos primeiro meses de vida, é tentar reproduzir as ações realizadas pelos adultos explica Gildo Volpato, especialista em Educação Psicomotora. Isso surge pela necessidade que a criança tem de dominar o mundo dos objetos e ações humanas , diz.
Segurar uma caneca e tentar encher com água, subir sozinho uma escada, rabiscar com uma caneta, embalar uma boneca, arrumar uma bolsa… Se a atividade não envolver riscos para o bebê, deixe-o à
No mundo do faz-de-conta
Depois de dominar a ação sobre os objetos, a próxima etapa será dar um novo significado para cada um. Um pedaço de madeira vira uma espingarda, uma folha de papel transforma-se em dinheiro, a boneca vira um bebê. É o jogo do faz-de-conta. Gildo conta que é por meio desse jogo que o pequeno procura compreender os papéis sociais, as linguagens e as ações que compõem o complexo mundo real. Por isso as crianças gostam tanto de brincar de casinha, caminhãozinho, médico, escolinha e tantas outras atividades sociais .
Todas as brincadeiras podem (e devem!) ser feitas com o pequeno. Até mesmo assistir a vídeos educativos será mais produtivo e agradável com a companhia dos pais. Além disso, você pode aproveitar para recuperar a sua própria memória de infância, ensinando a seu filho suas antigas brincadeiras favoritas. Pais e filhos que brincam juntos fortalecem laços de confiança, respeito e amizade , reforça o psicólogo Eduardo.










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